domingo, 18 de setembro de 2016

TORTA VIVA COM BANANA E MORANGO









INGREDIENTES

2         bananas maduras
4         tâmaras (pode substituir por uvas passas)
2         colheres de sopa de cacau em pó 100%
4         colheres de sopa de aveia em flocos
4         morangos picados

MODO DE PREPARO
Bater as bananas, as tâmaras e o cacau no mixer ou liquidificador
Com uma colher, misturar esse creme na aveia
Usando um aro sobre o prato, colocar metade da massa, pedaços de morango, mais massa e mais morango

Retirar o aro e servir


Obs.: Coloquei a massa nas forminhas e levei ao congelador por dez minutos para ficar firme e fácil de desenformar, depois e só colocar os morangos picados por cima...

domingo, 11 de setembro de 2016

O VALOR ESPIRITUAL DO ALIMENTO...



"O valor espiritual do alimento compreende a compra, a preparação, a aceitação e o ato de comer. O alimento selecionado com cuidado, preparado com amor, aceito com gratidão e ingerido com pureza, torna-se um tônico para a alma e para o corpo."

CREME DE ABACATE COM LEITE DE AVEIA



Veja também:
http://pazamorevidasaudavel.blogspot.com.br/2016/09/leite-de-aveia-caseiro.html


Ingredientes

1 Abacate médio
½ Copo de leite de aveia
1 Colher de sopa de limão

Modo de preparo

Bata tudo no liquidificador até que fique bem consistente! Leve a geladeira.

Obs: Adoce a gosto...




LEITE DE AVEIA CASEIRO


Veja também:

http://pazamorevidasaudavel.blogspot.com.br/2016/09/creme-de-abacate-com-leite-de-aveia.html



Rendimento: 4-5 copos
Tempo: 20 minutos (molho), 15 minutos (preparo)


INGREDIENTES


1 xícara de aveia
2 xícaras de água filtrada*
Uma pitada de sal


INSTRUÇÕES


Deixe a aveia de molho por mais ou menos 20 minutos (se ficar mais tempo é ainda melhor!). Depois que amolecer, coe e jogue a água do molho fora.
Coloque a aveia no liquidificador com 2 xícaras de água filtrada e uma pitadinha de sal (a proporção é sempre 1 xícara de aveia, 2 de água).
Bata até atingir uma consistência mais grossa. Coe com um coador e um pano fino limpo para não deixar passar tanto os resíduos do leite. Guarde na geladeira por até 4/5 dias, mas é melhor se consumido fresco.


Opcional: para deixar o leite mais saboroso você pode colocar gotas de essência de baunilha.
*Caso prefira um leite mais líquido, adicione mais água. Algum resíduo costuma ficar no fundo do compartimento. Agite bastante antes de beber.

O resíduo do leite é uma boa fonte de fibras solúveis. Guarde para utilizar em outras receitas!

O leite de aveia é um dos leites vegetais mais fáceis (e baratos!) de serem feitos em casa. O processo é super rápido e ele tem gosto neutro, podendo ser utilizado em diversas receitas como substituto do leite convencional.

A aveia contém um carboidrato chamado beta-glucano que:
– retém água (por isso esse leite tende a ser mais espesso que os demais)
– faz com que aquele mingau fique super cremoso e os bolos fofinhos
– ajuda a baixar o nível de colesterol

Também são cheias de compostos antioxidantes e fibras solúveis que reduzem a absorção de açúcar no sangue.

Fonte:
Diversas Internet...



quinta-feira, 8 de setembro de 2016

O QUE É ALIMENTAÇÃO VIVA?



Alimentação Viva

O que é Alimentação Viva?

A Alimentação Viva, constituída de alimentos crus, germinados ou hidratados, é a maneira de interagirmos com a Natureza, de uma forma mais profunda, utilizando, de maneira eficiente, os nutrientes que Ela nos oferece. Ao comermos sementes (germinadas ou hidratadas), verduras, frutas, algas, cogumelos, ou qualquer alimento cru e integral, estamos preservando a estrutura original do alimento, organizada em nutrientes e enzimas. Ou seja, preservando seu alto potencial solar e vital, generosamente oferecido pela Natureza.
Se aquecermos os alimentos numa temperatura superior a 42°C e os submetermos em certos tipos de processamentos bruscos, como os refinamentos e a refrigeração por longos períodos, suas estruturas moleculares são afetadas. Grande parte de suas propriedades nutritivas se perdem, principalmente as enzimas, encontradas nos alimentos crus, que são progressivamente desativadas.
Para digerir a comida cozida, o organismo humano é obrigado a produzir um excesso de enzimas digestivas, gastando mais energia do seu próprio sistema. Além disso, tem prejudicada a produção de enzimas envolvidas em outros processos vitais. Os alimentos, com suas propriedades enzimáticas preservadas, contribuem para a regeneração, cura e equilíbrio energético e bioquímico do corpo.
O uso de agrotóxicos, fertilizantes químicos, sementes geneticamente modificadas, processamento, cozimento, etc. são gastos extras de energia. Além de serem recursos que empobrecem, desequilibram e matam os alimentos em um meio de produção totalmente irracional e desconectado da sabedoria ecológica.
É gasto mais para se preservar menos e permite-se a perda de potencial regenerativo. E, em consequência, se gasta mais em remédios alopáticos, produtos de beleza e cirurgias. Tudo desnecessário, se o alimento fosse utilizado como medicamento, uma vez que sua capacidade curativa é bem mais abrangente quando suas propriedades são aproveitadas sinergicamente.
Entendemos que, ao utilizarmos os recursos naturais de forma consciente, honramos a nossa natureza física. Estabelecemos uma conexão profunda com a vida e abrimos uma porta de entrada para nossa manifestação espiritual.
Estamos nos referindo a uma culinária extremamente sofisticada e saborosa. Encanta pela beleza, transformando em arte o conhecimento de que nos é possível usar sabedoria em benefício da saúde. É possível viver artisticamente, aproveitando todos os recursos disponíveis para honrar nossa natureza física e utilizá-la como porta de entrada para a manifestação espiritual. A nossa intenção perante o Alimento Vivo deve ser a busca da nossa cura e da cura do Planeta. Nesse sentido, a Alimentação Viva colabora para clarear a nossa mente e propiciar a pureza dos pensamentos.
É esse o ensinamento que nos deixou a comunidade dos essênios. Eles tinham os alimentos germinados como ingredientes importantes na regeneração da saúde. Esse povo, além de atuar na cura de doenças, tinha como seu propósito mais elevado a cura da humanidade. Para eles, o alimento era uma bênção Divina: o cuidado de alimentar o corpo com o Alimento Vivo significava criar um canal de passagem para as energias sutis. Os seres vivos precisam se alimentar dessa energia para que a vida possa se manifestar em sua plenitude. A energia vital está presente na Natureza, no ar que respiramos, no Sol, na Terra, na Água.
O Alimento Vivo (frutas, verduras cruas, sementes, brotos, etc.) absorve essa energia da Natureza. Quando comemos esses alimentos, recarregamos as nossas baterias, nos harmonizamos com as forças da Natureza.
A dieta com Alimento Vivo é um recurso que está sendo utilizado em diversos centros de cura. Principalmente na cura das doenças degenerativas, para reequilibrar as funções metabólicas e regenerar o organismo.
A Alimentação Viva pode ser considerada um estilo de vida, e trata-se de uma opção voluntária pela simplicidade. São milhares de pessoas que já fizeram essa escolha, e muitas há mais de 40 anos.
Encontramos, espalhados pelo mundo, diversos restaurantes de Comida Viva. Revistas, livros editados, organizações, centros de cura, fornecedores e consultores dando suporte à Alimentação Viva. E a mídia vem divulgando cada vez mais. No Brasil, existe um movimento forte, principalmente no Rio de Janeiro, onde encontramos: Projeto Terrapia, na Fiocruz, Biochip, no Departamento de Artes da PUC, Oficina da Semente, Restaurante Universo Orgânico, entre outros. Aqui em Brasília, no Restaurante Girassol, também estamos caminhando nesse sentido. Em diversos outros estados do Brasil, estão acontecendo movimentos em prol do Alimento Vivo”.

Alimentação Viva ou Nutrição Enzimática?
De acordo com Norman W. Walker, em “Votre Santé Par Lês Jus Frais de Legumes” (“Sua Saúde por Meio de Sucos Frescos, de Frutas e de Legumes”): “...as enzimas não são substâncias, elas são um princípio magnético intangível de energia cósmica da vida, intimamente ligada na ação e na atividade do menor átomo presente no corpo humano, nos vegetais e em toda forma de vida.” O que nos mantém vivos no nosso corpo é a capacidade renovadora e regeneradora da vida. Como dependemos de comer para viver, necessitamos ingerir alimentos capazes de alimentar de forma construtiva o nosso corpo. Portanto, nosso corpo exige uma alimentação composta por elementos idênticos àqueles que o compõem. E, com certeza, se não comemos alimentos com uma natureza energética e estrutural compatível, não somente morremos prematuramente, como sofremos ao longo de nossa existência aqui no Planeta. A vida existe nos organismos vivos graças à atividade enzimática. Uma maior quantidade de enzimas presente no corpo representa uma maior capacidade de trabalho e vitalidade. As enzimas estão envolvidas em todos os processos funcionais do corpo. Elas guardam o princípio da vida. A existência delas nos alimentos e em todos os organismos vivos depende das condições ambientais mantenedoras da vida.
Uma temperatura a partir de 38 graus centígrados desativa progressivamente as enzimas. E, a partir de 45 graus, elas são totalmente destruídas e a estrutura das moléculas deformada. Portanto, quando cozinhamos os alimentos em temperatura superior a 45 graus, não mais teremos as enzimas e a vida presentes nesses alimentos. Como uma bateria que perdeu sua carga, o que teremos é uma estrutura sem vida. A energia que mantém o sistema organizado não existirá mais. Norman W. Walker descreve as enzimas como um princípio de energia cósmica. Como se fosse uma vibração que aperfeiçoa e ativa uma reação química, uma modificação atômica ou molecular. E que, ao mesmo tempo, faz com que as enzimas envolvidas no curso desse processo permaneçam intactas, sem alteração. Podemos dizer que elas são os catalisadores que promovem as reações bioquímicas. É primordial que se preserve o nível de enzimas do corpo. A maneira para se preservá-las e repô-las é através de alimentos crus ou com suplementos. A Natureza, na sua maestria, nos oferece as enzimas.
Isso através dos alimentos crus. Assim não precisamos forçar o nosso corpo a fazer esse trabalho. Em seus estudos, Walker conclui que ao ser humano, na faixa de 40 anos, devido aos desgastes da alimentação moderna, resta, em seu corpo, apenas 30% das enzimas. Segundo ele, uma vez que gastamos nossas enzimas, não se tem como restituí-las. Então, com a idade, associada ao estilo de vida atual, a exaustão das enzimas é acelerada. Dessa maneira, a qualidade de vida diminui sensivelmente. Com a diminuição das enzimas no organismo, a desintoxicação natural fica comprometida. O corpo é obrigado a gastar suas próprias energias vitais, no processo de desintoxicação. Utiliza mais do que é possível renovar. Isso não é sustentável, e assim ocorrem os processos degenerativos. Se não temos como trazer de volta as enzimas que perdemos com um estilo de vida inadequada, o que podemos fazer é preservar o que ainda resta. Para preservar nossas enzimas, necessitamos ingeri-las. E a maneira correta, para conseguir isso, é através da Alimentação Viva.
Portanto, para ter uma alimentação saudável é necessário compreender a importância das enzimas – apesar de a nossa cultura médica e nutricional ainda não dar o valor que esses assuntos merecem e que ainda existam muitas controvérsias. Sem sombra de dúvida, uma alimentação bem planejada com Alimentos Vivos é uma maneira inteligente de interagirmos com a inteligência da Natureza! Aqui estão alguns benefícios do regime alimentar rico em enzimas (ingestão de alimentos 100% crus):
• Aumenta a vitalidade
• Provê todos os nutrientes necessários ao organismo
• Equilibra as funções metabólicas
• Harmoniza o sistema endócrino
• Favorece a desintoxicação das células e dos tecidos
• Retarda o envelhecimento
• Desenvolve o cuidado com o próprio corpo
• Resgata a interação com a Natureza e a conexão com a Vida
• Desperta e expande a consciência cósmica.


(Textos extraídos do livro “Alimentação Viva e Ecológica- Um guia para organizar a sua dieta com sabedoria e receitas vivas deliciosas”, de Ros’Ellis Moraes)